19 de novembro de 2016

Filme | Montros Fantásticos e Onde Encontrá-los

Boa tarde minhas mermaids, que saudade que eu tinha de falar com vocês! 💕 Escusado será culpar a escola, nas últimas semanas tenho tido tantas coisas para fazer, e raramente consigo arranjar um tempo para vir ao blogue... Mas, falando de outras coisas, hoje vim contar-vos o que achei da mais recente estreia no cinema, "Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los".

A história passa-se setenta anos antes de Harry Potter ir para Hogwarts, tratando-se de um spinoff que dará origem a uma nova saga composta por cinco filmes. O desenrolar da história dá-se em Nova Iorque, onde Newt Scamander, um "magizoólogo" britânico, tenta encontrar as criaturas mágicas que protege a todo o custo, escondendo-as dentro da sua mala aparentemente normal. No meio da sua "caça" aos ditos cujos, acaba por se cruzar com outros feiticeiros e alguns não mágicos, tentando acima de tudo não expor  a comunidade feiticeira ao mundo dos muggles.

Sou um pouco suspeita para falar deste filme, pois se já me seguem há algum tempo sabem lindamente que eu amo tudo o que esteja relacionado com o universo do Harry Potter. E este filme não foi exceção. No entanto, superou todas as minhas expetativas.

Para começar, achei o elenco fantástico, mas tenho de destacar o trabalho de Eddie Redmayne, que desempenhou o papel da personagem principal de uma forma bastante genuína. Eu apaixonei-me pelo Newt, aquelas sardas, o sotaque britânico, juntamente com a sua personalidade tímida e misteriosa, resulta numa personagem extremamente cativante ou não fosse o Eddie o excelente ator que é.


Em segundo lugar, o ambiente de cada cena. Numa Nova Iorque dos anos 20, é perfeitamente normal que o ambiente seja diferente do de Hogwarts, pois aqui não vemos pessoas a aprender magia, mas sim a aplicá-la em várias situações do dia-a-dia, quer seja para se defender ou para tarefas mais banais, como por exemplo, cozinhar. O filme tem imensos momentos hilariantes, em grande parte provocados pelo muggle Jacob Kowalski, que a princípio se encontra surpreendido ao deparar-se com um mundo de magia, no entanto também existem partes um tanto assustadoras, que (exagero meu) parecem saídas de um filme do Exorcista.

Como não podia deixar de referir, os efeitos especiais estão espetaculares, embora pense que os da saga Harry Potter são melhores. Confesso que houve algumas partes onde fiquei desiludida, especialmente quando houve o típico momento "então mas eles não se vão beijar?", porém, este foi só o primeiro filme, e tenho a certeza que ainda acontecerá muita coisa. 

Recomendo o filme à viva força, mesmo que nunca tenham visto nenhum da saga "Harry Potter" (só uma pergunta: em que planeta vivem?), pois esta história pouco ou nada tem a ver com a saga original. Numa escala de 0 a 10, a pontuação deste filme é de 9¾. (desculpem, não resisti ahaha)

Espero que tenham gostado deste post. Já viram o filme, ou estão a pensar em ir ver? Contem-me o que acharam nos comentários! I love you all to Saturn and back. ♥

8 de novembro de 2016

Para a "Su"

Na lateral de uma das minhas prateleiras, no meu quarto, encontra-se lá colado um desenho. O contorno negro e delicado, juntamente com a aguarela cor púrpura, decoram o papel originalmente branco, formando uma ilustração de uma bela menina saída de um livro mangá. Esse desenho foi-me oferecido por uma pessoa muito especial. Pelo menos, costumava ser. Ela mudou. Arranjou umas roupas janotas, viciou-se em música country. Conheceu novas pessoas e esqueceu-se da data do meu aniversário. E mais tarde, acabaria por esquecer o meu nome.

Ela mudou, mas o desenho não. A menina, carinhosamente apelidada de "Su", continua a ter o mesmo olhar misterioso. As suas madeixas escuras persistem em destacar o seu cabelo roxo. O traço fino do seu sorriso ligeiro e fechado permanece no seu devido lugar.

Há coisas que mudam e outras não. Talvez, de vez em quando, nos devamos agarrar às que nunca mudaram, sempre na esperança de que as coisas mudadas acabem por regressar a nós. Talvez, de vez em quando, ser iludida não faça mal a ninguém.

Texto da minha autoria, não copiar sem autorização prévia. Escrito a 22/9/16.

6 de novembro de 2016

Memórias do Presente


São memórias de há um ano atrás, mas eu vivo-as como se fossem o presente.
Árvores. Estamos rodeadas de árvores. Ramos sendo espezinhados ocupa a posição do nosso barulho de fundo. É possível ouvir duas respirações cansadas e profundas. Corremos como se estivéssemos a fugir de uma monstruosidade, mas na verdade, estamos apenas a esquivar-nos das responsabilidades. Estás com pressa e queres mostrar-me caminhos que ainda desconheço. É o nosso último dia e todos os segundos devem ser aproveitados.

Finalmente paramos, ofegantes. O céu pintou-se de cinzento, e isso refletiu-se no mar. Estamos no ponto mais alto da encosta. Sentamo-nos à sua beira e colocamos os pés do lado de fora. É perigoso, mas nós não queremos saber. Somos duas jovens e a adrenalina de quebrar as regras está no nosso sangue. Falamos sobre o tudo e o nada. O sol aparece e reflete os seus raios no mar, agora de um azul límpido.
São memórias de há um ano atrás, mas eu vivo-as como se fossem o presente.

Texto da minha autoria, não copiar sem autorização prévia. Escrito a 23/10/2016.

30 de outubro de 2016

Skies Are Cryinng

Foi um dia muito confuso. Não me lembro de todos os detalhes que me levaram à loucura extrema. Pensei em fazer muita coisa nesse dia. E nenhuma delas era uma coisa boa. Olhava para a estrada lá de baixo como se fosse o fim sem fim. Inalava os pedaços de morte vindos da janela da vizinha, que por sua vez largava pequenas bolas de fumo como um pequeno dragão a aprender a libertar as suas labaredas. Naquele dia, eu era o céu, e caíam muitas gotas de água por entre as nuvens escuras como breu. Música psicadélica havia preenchido a minha noite em branco. Estava deitada no sofá, a pensar numa forma de acabar com tudo sem passar por muito. Subitamente, o edifício onde me encontrava ruiu. Fendas abriam-se por entre o chão de madeira e eu caí juntamente com toda a gente. E de repente, acordei. Tudo não passava de um sonho. Nada é real. Nada faz sentido num mundo tão insano como este.

Texto da minha autoria, não copiar sem autorização prévia. Escrito a 13/9/2016.

29 de outubro de 2016

Olá! Eu estou viva, sabiam?

Está tudo bem. No fundo tudo parece mal, mas está tudo bem. Não posso caraterizar as minhas últimas semanas com base nele. A verdade é que a minha vida amorosa dava um livro. Um de comédia, com todas as páginas em branco. Penso que a nossa ida ao cinema, que terminou com um beijo (o meu primeiro beijo) à porta da minha casa e um pedido de namoro me ajudou a escrever a parte do "era uma vez". No entanto, ele e o universo, o meu leitor mais fiel, contribuíram para o desfecho do primeiro capítulo. E, consequentemente, para manter a minha reputação de forever alone.



Já começaram os testes, e apesar de ter a sensação de que esta primeira rodada não foi a melhor, tenho-me aplicado. Iniciei umas aulas de guitarra, e mal posso esperar para poder começar a tocar na que encomendei. Ontem fui à terapia das compras, e espera-me um fim-de-semana levezinho, com um ou outro trabalho para adiantar, saudades para matar e tempo para dormir. O dito "primeiro capítulo" deixou-me inspirada e escrevi umas coisitas (oh pá... tenho uma guitarra e ando a escrever sobre desilusões amorosas... ainda vou virar Taylor Swift xD) que pretendo publicar.

Boa tarde queridas mermaids. Tiveram saudades minhas? Por onde têm andado, como é que estão? Tenho saudades de falar com vocês. Contem-me coisas. I love you all to Saturn and back. ♥

5 de outubro de 2016

Riam-se um bocadinho comigo, pode ser?

Sabem as típicas perguntas idiotas que todos enfrentam no dia-a-dia? Por exemplo, quando cortas o cabelo, toda a gente faz a perguntinha mais óbvia, que é "cortaste o cabelo?", e a única coisa que me apetece responder é "claro que não, encolheu na lavagem". Bom, e se eu vos dissesse que há perguntas tão estúpidas, mas tão estúpidas, que não chegam aos calcanhares daquelas a que estamos habituados? É aqui que vos apresento as "Questões Filosóficas do Yahoo". Caso queiram ver melhor as imagens, é só clicar nelas. :D


Esta última da fila da esquerda deu-me vómitos. DISGUSTING. Isto é a única prova suficientemente concreta para afirmar que a sociedade está perdida. Juro que se algum dia alguém me perguntar algo deste calibre vai ouvir umas verdades... Ah, já agora, se alguém souber a palavra mágica para virar sereia podem-me dizer? *calma, estou só a brincar, muahahahaha*

Espero que tenham gostado. Digam-me o que acharam nos comentários!I love you all to Saturn and back. ♥

P.S: Todas as imagens foram encontradas neste site: www