28 de abril de 2016

Pequenos azares

Na terça-feira, comecei a ficar constipada e com ligeiras dores de cabeça.
Na quarta, tinha febre e acabei por sair da escola para ir para casa. Foi um azar, pois era o dia de anos do meu pai, contudo, isso não me impediu de ser uma boa filha (eu, armada em gabarolas) e de lhe fazer um lanche original (tenho uma foto lá no instagram).
Hoje de manhã continuei doente e faltei às aulas da manhã, mas fui às da tarde. Agora vejam só o tamanho da minha falta de jeito e o quanto eu sou desastrada:


Cheguei a casa, tomei um banho. Vesti-me e enrolei o meu cabelo com uma toalha, para deixá-lo secar um pouco. Enquanto isso, coloquei as botas no bidé, e fui lavá-las para tirar a lama. Quando acabo a tarefa, dou por mim rodeada de água. Sim, eu inundei a casa de banho, porque alguém se esqueceu de me avisar de que o cano do bidé estava "roto". Fiquei um pouco nervosa, pois estava sozinha em casa e não sabia o que fazer. A única e mais brilhante ideia que eu tive foi tirar a toalha da cabeça e colocá-la no chão, para absorver a água.
Enquanto a água era absorvida, estava a manusear o secador de forma a que ele deixasse o cabelo com mais volume. De repente, o secador agrediu-me, ele bateu-me na cabeça e aquilo começou a sangrar. Não foi nada de mais, mas assustei-me, e claro que aquilo doeu imenso.

Resultados: toalha encharcada, dor de cabeça (por causa da pancada, não por febre), cabelo no ar, e muito mais, mas no fim, acabei por me rir disto tudo com uma amiga quando lhe contei o sucedido, e pouco depois, tropecei no chão e caí. 😂 😂 😂

Não sou propriamente o tipo de pessoa que conta uma piada e deixa toda a gente a rir, mas espero que tenham achado este post engraçado, porque apesar do que aconteceu (demasiado azar para um dia só), acabei o dia a rir-me disto tudo.

25 de abril de 2016

old feelings are back (unfortunately)

Sinto que estou a voltar à minha antiga vida. No ano passado, por esta altura, eu passei por uma fase má, andava sozinha nos intervalos; os que eu julgava meus amigos, afinal não eram assim tão meus amigos, pois afastaram-se quando eu estava a passar por um mau momento; não conseguia confiar em ninguém; fechava-me em casa; chorava durante horas à noite; carregava no replay vezes sem conta e ouvia sempre a mesma música triste; e discutia constantemente com uma amiga virtual, mas nunca acabava a minha amizade com ela porque ela fazia-me demasiada falta, apesar de ao mesmo tempo me fazer mal.

O que eu descrevi era a minha vida o ano passado, e é a minha vida atualmente. O meu único conforto é apenas uma música, que toca vezes sem conta. Voltei a vestir-me completamente de preto. Ando sempre com os phones ao pescoço, para quando me apetece desligar do mundo. Isolei-me das pessoas, e os meus pais repararam, pois durante este fim-de-semana, houve uma feira aqui na cidade, e nos outros anos eu gostava de ir, mas este ano, fui arrastada e obrigada a ir. Cortei o mal pela raiz, e acabei a amizade com a tal amiga (que já não é amiga). Ando às voltas num grande labirinto, chamado "cabecinha da Chloe" e não encontro saídas, só passagens bloqueadas.


E eu tenho uma lembrança bem clara de que, o meu único refúgio naquela altura era um blogue. Portanto, não se admirem se as coisas mudarem um pouco por aqui (refiro-me ao tipo de posts e assim). I'm sorry, e obrigada por me aturarem e lerem até ao fim ♥

22 de abril de 2016

Lonely

Queria agradecer a todas as leitoras que me deram os parabéns.
Em físico-química, aprendi que, na divisibilidade da matéria, há um certo ponto, onde a matéria já não se desfaz mais, se não estou em erro. Mas então, se chega a um ponto que já não se desfaz mais, também existe um ponto onde não se reconstitui mais.

É o que se passa com o meu coração. Já foi partido tantas e tantas vezes quanto é possível. Porém, ainda existe uma réstia de esperança dentro de mim, que me diz que ainda há uma possibilidade de ele se reconstituir. Mas, para isso, é preciso isolar-me. Porque, no fundo, o ser humano é uma desilusão.

19 de abril de 2016

Happy BDay to Me


É oficial: faço quinze anos hoje. Acabei de ficar um aninho mais velha haha

Sabem, por vezes acontecem coisas, que nos deixam a pensar sobre quem somos e sobre quem queremos ser. E o que me aconteceu (em breve irei explicar) deixou-me a pensar que talvez eu devesse entrar numa nova fase da minha vida. Uma fase onde eu conseguirei, por fim, afastar toda a tristeza que me rodeia, preencher o vazio que existe dentro de mim. Como? Ainda não sei. Mas hei de arranjar um plano. Enfim, vou aproveitar esta minha mudança de idade para me tornar num ser humano melhor. Tenham um bom dia, e ah, já me esquecia, obrigada minhas queridas leitoras, por estarem sempre aqui para mim ♥

13 de abril de 2016

Aconselho | 22.11.63

♥♥♥ James Franco ♥♥♥
"Produzida por J.J. Abrams, 22.11.63 é uma adaptação do livro homónimo de Stephen King, feita por Bridget Carpenter. James Franco é Jake Epping, um professor de liceu que está de mal com a vida e quer fazer a diferença, fazendo algo com significado. Encorajado pelo seu amigo (Chris Cooper), Jake viaja atrás no tempo para prevenir o assassínio do presidente John F. Kennedy. A história levar-nos para a década de 1960, no Texas, enquanto Jake explora os vários mistérios que rodeiam o alegado assassino Lee Harvey Oswald (Daniel Webber)."
- Retirado do site  Shifter

Vão adorar esta mini série, especialmente se gostam de viagens no tempo. Dá na FOX, todas as segundas às 22:15h. Já vi os dois primeiros episódios e estou desejosa que a próxima segunda-feira chegue (tal coisa nunca aconteceu) para eu poder ver a continuação. Já viram? O que acharam?

11 de abril de 2016

Depois dos Quinze

Não neste post eu não venho falar sobre o blogue Depois dos Quinze, com muita pena minha haha

Neste mês de Abril, dia 19, faço quinze anos. É assustador, olhar para trás e ver como o tempo voou. E é ainda mais assustador olhar para a frente, sem saber o que está por vir.
Se não estou em erro, a adolescência começa aos treze e termina quando fazemos vinte (estou a falar apenas em idade, não de espírito). Ainda tenho vários anos para aproveitar, se Deus quiser. Mas estes dois anos que já passaram, não foram, nem de perto nem de longe, os melhores da minha vida.

Tenho mil e um complexos com o meu corpo, como nunca tive. Cada centímetro dele, ou está a mais, ou está a menos. Também tenho complexos com a minha personalidade, não gosto dela, e isso faz com que não goste de mim. Por vezes eu ganho motivação e tento mudar esse pensamento, mas acabo sempre por perdê-la no início do caminho.

Há uns meses, li por aí num comentário de um blogue que "a adolescência é a melhor fase das nossas vidas. Mas é igualmente a pior, pois é uma fase em que não sabemos quem somos". E, já dizia a Kate Beckett: "os adolescentes mudam de personalidade assim como quem muda de roupa. Só assim poderão descobrir quem realmente são".

E, a verdade é que, depois de reler três vezes tudo que já escrevi até agora, não sei onde quero chegar com isto, devo estar aqui só para desanuviar. This post doesn't make any sense. Mas por onde quer que isto passe, todos os caminhos vão dar a Roma, que neste caso, significa: hei de encontrar a minha verdadeira personalidade, uma cabeça mais ajuizada e amor próprio (e de alguém, porque eu garanto que não estou com pachorra para ser forever alone para o resto da vida xD).